Há sete meses no cargo, o presidente da Fundação Nacional de Saúde (Funasa), Gilson Queiroz, conseguiu realizar uma grande mudança de gestão para permitir que municípios brasileiros pobres e sem estrutura técnica se adequassem às regras para obtenção de recursos do governo federal.
“Após identificarmos que o grande gargalo que tínhamos para execução dessas obras era a aprovação dos projetos, e pelo fato dos projetos estarem dispersos em todo o país e as Superintendências fazendo análises com elevado grau de subjetividade, então foi estabelecido um processo compartilhado de recebimento, de seleção e de análise, com prazos coordenados. Com isso tudo, a gente conseguiu num prazo recorde, em quatro meses, aprovar os projetos”, explicou Queiroz.
O resultado é a assinatura de cerca de mil convênios com prefeituras de cidades de até 50 mil habitantes – muitas delas receberão pela primeira vez recursos federais para rede de esgotamento sanitário. “Imediatamente após a contratação os municípios já recebem as primeiras parcelas dos recursos e vão poder fazer a licitação das obras nos seus municípios. Isso deu uma celeridade muito grande ao processo e vamos com certeza ter cidades e municípios pequenos com obras de saneamento já prontas em 2012”, adiantou ele.

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